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Switch e CaseUma outra forma de estrutura seletiva é o SWITCH. Dentro dos switch há o case (que significa caso). Ou seja, é quase que um if com várias possibilidades, mas com algumas diferenças importantes. 1a diferença: Os cases não aceitam operadores lógicos. Portanto, não é possível fazer uma comparação. Isso limita o case a apenas valores definidos. 2a diferença: O switch executa seu bloco em cascata. Ou seja, se a variável indicar para o primeiro case e dentro do switch tiver 5 cases, o switch executará todos os outros 4 cases a não ser que utilizemos o comando para sair do switch. (Nos referimos ao BREAK). Agora, que conhecemos diferenças importantes, vamos ver como proceder com o switch / case. Primeiro o comando SWITCH e entre parênteses a váriavel na qual está guardado o valor que será avaliado pelo case. Então, abre-se o bloco de dados. Dentro do bloco de dados colocamos o comando CASE e logo após um valor terminando a linha com dois pontos (:). Preste atenção no tipo de dado que será colocado, pois há diferenças entre um dado e outro. Por exemplo: 1 não é a mesma coisa que '1' e 'a' não é a mesma coisa que 'A'... Então, é estruturado os comando que serão executados pelo case. Estruturadamente, seria isso: SWITCH (variável){ Vejamos o exemplo abaixo: #include <iostream>
#include <cstdlib>
using namespace std;
int main (void){
int a, b, c, operacao;
cout <<"Digite o 1o valor: ";
cin >> a;
cin.ignore ();
cout <<"Digite o 2o valor: ";
cin >> b;
cin.ignore ();
cout <<"Que operacao deseja realizar?\n
\1. Adicao\t2.Subtracao\t3.Multiplicacao\t4.Divisao\n\n=>";
cin >> operacao;
cin.ignore ();
system ("cls");
switch (operacao){
case 1:
c=a+b;
cout <<a<<" + "<<b<<" = "<<c<<"\n\n";
break;
case 2:
c=a-b;
cout <<a<<" - "<<b<<" = "<<c<<"\n\n";
break;
case 3:
c=a*b;
cout <<a<<" * "<<b<<" = "<<c<<"\n\n";
break;
case 4:
c=a/b;
cout <<a<<" / "<<b<<" = "<<c<<"\n\n";
break;
}
system ("pause");
return EXIT_SUCCESS;
}
Perceba que no final de cada case há um break. Porque se não houvesse, o switch continuaria executando até o final. DefaultDefault, do inglês padrão, é o case que é ativado caso não tenha achado nenhum case definido. Ou seja, é o que aconteceria em último caso. Vamos imaginar o seguinte cenário: Seu programa pede para que o usuário digite apenas duas opções (S ou N) para reiniciar o programa. Mas, propositalmente ou por engano, o usuário digita uma opção totalmente diferente. E agora? O que seu programa deve fazer? É aqui que o default entra. Geralmente o default é quando é previsto um erro, uma entrada de dado incorreta ou não de acordo com o contexto. Usando o próprio cenário acima, segue o código. #include <iostream>
#include <cstdlib>
#include <ctype.h>
using namespace std;
int reiniciar (void);
int main (void){
reiniciar ();
}
int reiniciar (void){
char opcao;
cout <<"Deseja reiniciar o programa? [S/N]\n";
cin >> opcao;
opcao=toupper(opcao); // deixa a letra maiúscula
switch (opcao){
case 'S': //Entre aspas simples porque é um caracter
system ("cls");
main ();
case 'N': //Entre aspas simples porque é um caracter
return EXIT_SUCCESS;
default:
cout <<"\aOpcao invalida!\n\n";
reiniciar ();
}
}
Como podemos ver, há dois casos: S para reiniciar ou N para sair. Se por acaso alguém digitar algo diferente disso, executa-se o default. Como a linguagem C/C++ é case sensitive (diferencia maiúsculas de minúsculas) usamos uma função para deixar a letra maiúscula (toupper da biblioteca ctype - que veremos mais adiante). Agora, não importa o que o usuário digitar, pois o programa está preparado para reagir à qualquer entrada de dado.
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